Léo Rosa, Advogado

Léo Rosa

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Doutor e Mestre em Direito pela UFSC. Especialista em Administração de Empresas e em Economia. Professor da Unisul. Advogado, Psicólogo e Jornalista.

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Christina Morais, Advogado
Christina Morais
Comentário · anteontem
Gostei muito do seu texto. Realmente, não dá pra falar de feminismo deixando a fala apenas às mulheres. O movimento feminista nunca me pegou, porque sempre achei um movimento autoritário, que vai contra tudo o que eu creio. E tudo no que creio é justamente isso que você falou: Humanidade. E ela é composta por homens, mulheres, crianças, LGBT e toda variedade de indivíduos que formam e constituem a raça humana. E todos têm seu lugar ao sol. Se alguns não estão conseguindo se posicionar, não é porque não têm um lugar, é porque seu lugar foi usurpado, perdendo com isso toda a sociedade. Então a causa é de todos. As mulheres têm o mesmo valor de qualquer outro ser humano, independentemente do gênero. Uma mulher que é dona de casa tem o mesmo valor daquela que é magistrada. Uma mulher não precisa calar o homem ou ganhar mais de que ele pra ser respeitada na sociedade. Uma mulher não precisa abrir mão de ser mulher para se igualar ao homem. E não estou falando dos transexuais, pois isso é outra história, outra escolha e que merece idêntico respeito. Estou falando de mulheres que abrem mão de vivenciar e experimentar experiências extraordinárias próprias do gênero feminino, como a maternidade, por exemplo, só porque meteram na cabeça que isso as afastará de suas carreiras e as assemelhará às suas bisavós, como se suas bisavós não tivessem valor na sociedade. Gostei quando você disse:

Acontece que “sempre” houve homens que apoiaram as mulheres, e muitos lutaram por elas à revelia delas mesmas. A estes homens, como acontece a mim, interessa que haja igualdade de condições no mundo entre todos os humanos..

Isso me fez lembrar de um livro que li, "O livreiro de Cabul", escrito por uma jornalista investigativa que se hospedou na casa de uma família vítima do talibã no Afeganistão. O afastamento das mulheres de suas atividades econômicas causou um caos na família. Um adolescente da casa foi recrutado pelo talibã e isso não foi motivo de nenhuma comemoração, senão tristeza na família. E também na revista Seleções, li duas matérias, há anos, uma entrevistando uma médica que conseguiu fugir para a França e sua única preocupação era o sustento de seus pais, que dependiam do salário dela de médica. Ela era arrimo de família. Com certeza o pai dela não ficou nada feliz com a instauração do regime machista extremista. E outra entrevista com um jornalista afegão, que relatava o problema que o afastamento das mulheres do mercado de trabalho trouxe para a maioria das famílias. Os homens simples do povo foram os maiores apoiadores das mulheres e arriscaram as próprias vidas para salvar as filhas e esposas do dito regime, porque eles as amavam e as valorizavam. Simples assim. E bem mais recentemente, vimos o caso da Malala, cujo maior apoiador e incentivador era o pai. Nós mulheres sempre apoiamos os homens, e não é à toa que antigamente tinha o ditado "por trás de um grande homem existe uma grande mulher". Mas o ditado caiu em desuso porque ficou politicamente incorreto graças às feministas. Acontece que também nós, contamos com os homens. Homens e mulheres são inter dependentes. Nós nos ajudamos. Recebemos ajuda de nossos pais, depois ajudamos nossos maridos e apoiamos nossos filhos e depois, nossos maridos nos apoiam e nossos filhos nos defendem. É um relacionamento simbiótico. Tem que haver essa troca. E em toda troca, há diálogo e não autoritarismo.

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